Nesse material, o Dr. Fagal responde à pergunta: "Há algo de errado com o uso da bateria/percussão?" na visão de Ellen White?
O Dr. Fagal responde:
"Quando fiz faculdade nos anos 60, tocava na banda do colégio. Saíamos em excursões e até tocávamos em cultos no sábado de manhã. Algumas das peças sacras que tocávamos incluía uma caixa, um surdo, tímpanos e pratos [partes da bateria]. Eu ainda lembro que tocamos um arranjo do "Ó Cristãos Avante," por exemplo, em que a caixa ajudava a prover a idéia da marcha.
Não havia nada irreverente ou inapropriado nisso, em minha opinião. A música era sacra e dignificada. Além disso, me lembro que até o Messias de Händel usa o tímpano. Então, em minha opinião, o problema não é a bateria/percussão, mas como são usados." (p. 89).
É interessante que essa é a mesma conclusão a que eu cheguei, via vários outros teólogos adventistas, no meu artigo "Ellen White Era Contra a Bateria na Música Sacra?". Respondendo à pergunta título do artigo, eu conclui que:
"... podemos responder a pergunta com ‘sim’ e ‘não’. Ela [Ellen White] seria sim contra a bateria (e qualquer instrumento musical) se esta se tornar um fim em si mesma na música e no culto, causando “ruído e confusão”, auxiliando um culto e música caóticos que se tornam um “choque aos sentidos” e um “laço nas mãos de Satanás para promover heresias carismáticas e tudo o que é estranho” na adoração.
O Dr. Fagal responde:
"Quando fiz faculdade nos anos 60, tocava na banda do colégio. Saíamos em excursões e até tocávamos em cultos no sábado de manhã. Algumas das peças sacras que tocávamos incluía uma caixa, um surdo, tímpanos e pratos [partes da bateria]. Eu ainda lembro que tocamos um arranjo do "Ó Cristãos Avante," por exemplo, em que a caixa ajudava a prover a idéia da marcha.
Não havia nada irreverente ou inapropriado nisso, em minha opinião. A música era sacra e dignificada. Além disso, me lembro que até o Messias de Händel usa o tímpano. Então, em minha opinião, o problema não é a bateria/percussão, mas como são usados." (p. 89).
É interessante que essa é a mesma conclusão a que eu cheguei, via vários outros teólogos adventistas, no meu artigo "Ellen White Era Contra a Bateria na Música Sacra?". Respondendo à pergunta título do artigo, eu conclui que:
"... podemos responder a pergunta com ‘sim’ e ‘não’. Ela [Ellen White] seria sim contra a bateria (e qualquer instrumento musical) se esta se tornar um fim em si mesma na música e no culto, causando “ruído e confusão”, auxiliando um culto e música caóticos que se tornam um “choque aos sentidos” e um “laço nas mãos de Satanás para promover heresias carismáticas e tudo o que é estranho” na adoração.
Ou ela não seria contra a bateria ou percussão em geral se estas forem usadas em obediência ao convite dos Salmo 149 e 150 para que instrumentos sejam tocados de maneira hábil, como parte de um contexto musical equilibrado, onde os instrumentos, cantores e congregação participam em “espirito e em verdade”, “com entendimento”, facilitando assim um louvor contrito e ao mesmo tempo exultante e “energetico” a Deus." (p. 11).
Que esse equilíbrio nos ajude a continuar a oferecer um louvor em "espírito e em verdade" ao nosso Senhor!
Autor: André Reis
Que esse equilíbrio nos ajude a continuar a oferecer um louvor em "espírito e em verdade" ao nosso Senhor!
Autor: André Reis
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